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24 | 03 | 16

Batman Vs Superman – A Origem da Justiça, é a grande estréia da semana!

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Sinopse: Um filme de ação de 2h 33 min. O confronto entre Superman (Henry Cavill) e Zod (Michael Shannon) em Metrópolis fez com que a população mundial se dividisse acerca da existência de extra-terrestres na Terra. Enquanto muitos consideram o Superman como um novo deus, há aqueles que consideram extremamente perigoso que haja um ser tão poderoso sem qualquer tipo de controle. Bruce Wayne (Ben Affleck) é um dos que acreditam nesta segunda hipótese. Sob o manto de um Batman violento e obcecado, ele investiga o laboratório de Lex Luthor (Jesse Eisenberg), que descobriu uma pedra verde que consegue eliminar e enfraquecer os filhos de Krypton.

O filme tem boas cenas de ação e é uma base sólida para a história da Liga da Justiça. Ele joga luz sobre aspectos controversos do Batman e do Superman e consegue maquiar alguns dos exageros que fizeram de “Homem de aço” (2013) uma produção questionável.

Mas a continuidade dessa relação com o diretor Zack Snyder segue sendo a pior parte do universo cinematográfico da DC.

O cineasta empolgou com seu estilo videoclipe de filmar em “300”, mas isso foi lá em 2006. Hoje, o abuso de cortes e cenas computadorizadas parece muito pouco para personagens do nível de Clark Kent e Bruce Wayne.

A obsessão de Snyder pelo superlativo e pelo artificial fica longe de tirar o máximo que Batman e Superman podem oferecer.

Superman
É difícil contar uma história sobre o Superman hoje. Criado em 1938, o super-herói surgiu quando não havia grandes nuances entre o bem e o mal, causa e consequência. Ele é a manifestação máxima da bondade, e sempre teve carta branca para agir da forma que achava necessária para impedir as forças que querem acabar com o planeta.

E assim ele fez, por décadas, sem grandes consequências para a humanidade, que aplaudia seu messias por salvá-la mais uma vez. Mas como contextualizar um super-herói desses em um cenário como o de hoje?

Essa liberdade começou a ser questionada em “Homem de aço” e alcançou um novo nível em “Batman vs Superman”. O filme coloca o herói contra a parede e tenta demolir sua bondade e fé no homem, o que faz aflorar seu lado humano: fraco, inseguro, egoísta.

Esse é um mérito e tanto da trama de Zack Snyder. A armação de Lex Luthor para indispor os dois maiores super-heróis da DC é maquiavélica, terrorista e desperta o que há de pior nos dois personagens.

“Batman vs Superman” foi vendido de forma equivocada. O ponto alto do filme não é o confronto em si, mas o que leva à batalha entre eles.

Batman
Apesar de ser essencialmente um filme sobre o Superman, é o Batman de Ben Affleck o elemento mais polarizante da produção. Esqueça a vida de playboy imortalizada por Michael Keaton e até mesmo as dúvidas existenciais e morais de Christian Bale.

Aqui, o Batman é outro: violento, inescrupuloso, ciente de sua criminalidade e obcecado por deixar um legado. Algo que surgiria ao livrar a humanidade da ameaça do Superman.

Este homem-morcego é totalmente inspirado na versão do super-herói de “O cavaleiro das trevas” (1986), clássica HQ escrita por Frank Miller (“300”, “Sin City”) que mudou o rumo do personagem e deu um tom (ainda mais) sombrio e lunático ao Batman.

O filme tem cenas e diálogos vindos diretamente dos quadrinhos, sem tirar nem por. E o próprio confronto com o Superman é originado nesse arco de histórias.

Apesar do receio dos fãs, Ben Affleck consegue fazer bem esse papel de super-herói mais velho, violento e amargurado, embora “Batman vs Superman” não dê muito espaço para o ator entregar uma baita atuação como o 5º homem-morcego dos cinemas. Isso vai ficar para o filme solo, que também terá Affleck no papel principal.

Por isso, quem se identifica com essa linha mais brutal do homem-morcego deve sair satisfeito dos cinemas. Mas os puristas da história de Bruce Wayne podem ficar incomodados com o fato de Batman usar armas, torturar adversários e até matá-los, se for necessário.

Lex Luthor
O vilão dos quadrinhos ainda está lá, mesmo que debaixo das camadas de hipsterização colocadas sobre o personagem. Ainda é difícil descolar Jesse Eisenberg de sua imagem como Mark Zuckerberg em “A rede social”, principalmente quando seu Lex tem muitas das afetações dadas pelo ator ao criador do Facebook.

Além dos blazers combinados com camisetas moderninhas, da cara de jovem gênio excêntrico e da velha vozinha fina, há uma mente brilhante obcecada em mostrar ao mundo a ameaça que o Superman representa. E que não se importa em ultrapassar barreiras legais ou éticas para atingir seus objetivos.

Ao contrário das impressões causadas pelo trailer, o Luthor de “A origem da justiça” funciona muito como o motor da trama. Ele age nas sombras para motivar o embate do título – mesmo que suas motivações nunca sejam verdadeiramente explicadas.

Mulher-Maravilha
Muito já se comentou nas redes sociais, após as primeiras exibições nos EUA, que a heroína é a melhor parte do filme. A Diana da atriz israelense Gal Gadot (da franquia “Velozes e furiosos”) realmente merece destaque. Ela mostra todo o poder e a força da personagem, mas é menos aproveitada pela trama do que deveria.

Ela está em cenas sem tanto destaque – e/ou explicações. A personagem participa de maneira digna do grande desfecho, mas o roteiro nunca se preocupa em explicar quem é, de onde vem, do que se alimenta…

Tudo bem que a maioria das pessoas já ouviu falar da Mulher-Maravilha. Mas será que todos sabem que se trata da princesa super-poderosa das Amazonas, retiradas da mitologia grega?

Assista o trailer:

 

 

 

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